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9 de abril de 2012

Fight – War of Words

Olá, Nerds e Nerdas, tudo bom? Como foi o feriado de vocês? Pois bem, hoje vou fazer mais uma crítica, resenha, análise entendam como queiram sobre mais um álbum.

Não sei se todos vocês sabem, mas, quando o Metal God, Rob Halford, em 1990, saiu do Judas Priest, seguiu uma carreira solo até voltar em 2005.

Durante esse hiato, gravou 3 álbuns com uma banda chamada Fight e depois mais alguns álbuns apenas com o nome Halford. Pois bem, será sobre o primeiro álbum do Fight, ou seja, primeiro trabalho de Halford pós-Judas Priest que irei comentar.

Serei bem direto com vocês, o álbum é foda muito pesado. As músicas "Into the Pit" e "Nailed to the Gun" abrem os trabahos com fúria, violência e um Halford com seus agudos inconfundíveis, seguindo a linha de Painkiller, ou seja, músicas rápidas, pesdas e matadoras.

Seguimos com a fantástica "Life in Black", também uma música pesada, mas com um ritmo mais “simples”. Veja bem, caro nerd espinhento que balança a cabeça, isso não é demérito. A música possui uma letra típica de mandar para alguém que você sente ódio geralmente uma ex.

"Imortal Sin" é interessante, mas, quando eu a ouvi pela primeira vez, tive uma sensação de “já ouvi isso em algum lugar” e fazendo uma pesquisa descobri que ela é idêntica a uma do Judas Priest (na verdade, a música do Judas é parecida com essa, uma vez que essa foi gravada primeiro). Mas, na vida nada se cria, tudo se copia.

A música-título, "War of Words" também é sensacional e possui um refrão forte e esmagador. As demais músicas são boas, mas nenhuma merece um destaque especial. Na média e, em comparação ao trabalho anterior no Judas, Halforon mantem a mesma qualidade.

Recomendo para todos que se dizem fã de Judas, Halford e de metal.

Abraços.

5 de abril de 2012

Iron Maiden: X-Factor


Olá, Nerds e Nerdas, tudo bom? Como estão os preparativos para esse feriado? Já compraram muitos ovinhos? Pois bem, há muito tempo que pretendo fazer uma crítica, análise, resenha etc. sobre o álbum X-Factor, do Iron Maiden.

Confesso que sempre o defendi como o melhor trabalho do Iron nos anos 90 (No Prayer For The Dying, em 90, Fear of The Dark, em 92, X-Factor, em 96, e o Virtual Eleven, em 98).

Um pouco de história para vocês, caros leitores: X-Factor (que não tem relação alguma com o gibi homônimo - porque eu sei falar difícil - da Marvel Comics) marca o primeiro trabalho do Iron Maiden sem o seu grande vocalista, Bruce Dickinson. Quem assumiu o posto de vocal da banda foi Blaze Bayley. Gostaria de avisá-los, caros leitores, que meu texto não entrará no mérito  se Blaze estava à altura de subistituir Dickinson e rixas do gênero, este post se focará somente na análise do álbum.

Como disse anteriormente, o disco é excelente, o álbum tem toda uma atmosfera sombria, pesada, mas, de longe, é o álbum mais político da banda (mais político que o A Matter Of Life And Death). As letras atacam principalmente as questões bélicas e seus envolvidos, principalmente os soldados. Das 11 faixas, eu adoro 7 e gosto de 2. Gostaria de destacar as letras de "Fortune Of War", "The Aftermath", "Blood on the World’s Hand" e "The Edge of Darkness", todas são verdadeiras críticas relacionadas à guerra, conforme comentei ser o ponto forte do álbum, focando mais no soldado, aquele que deve seguir as ordens e seu papel nisso tudo.

Dentre as músicas citadas, meu destaque fica para a foda excepcional "The Edge of Darkness" que possui um ritmo sensacional, melodia vocal e interpretação fantástica de Blaze, dando uma sonoridade bem pesada e - por que não? - dramática.

Em "Blood on the World’s Hand", Harris expõe todos os seus dotes nas quatro cordas como pode ser ouvida na introdução da música.

Outro ponto alto é a letra de "The Aftermath", sensacional! Trata-se de uma verdadeira crítica sobre para quem um soldado realmente está lutando, ou defendendo. Ela possui um dos melhores refrões que já ouvi em uma música:

After the war,Left feeling no one has won
After the war,What does a soldier become
After the war,Left feeling no one has won
After the war,What does a soldier become

Outros destaques são as clássicas "Sign of the Cross", "Man on the Edge", que, em minha humilde mas nem tanto opinião, possui um dos melhores solos da banda, e "Lord of the Flies", que possui um forte refrão e é uma excelente composição. Destaques também, mas não com tanto entusiasmo para "Look for the Truth" e "Judgement of Heaven".

Em suma, o álbum é foda uma aula de Metal, acredito que ele não tenha o seu devido reconhecimento, principalmente por ter um outro vocalista que não Dickinson. Sinceramente? Também concordo que Bruce é o melhor, mas algumas músicas deste álbum não ficam bem em sua voz.

E como me restringi a este álbum, sou obrigado a confessar, Blaze mandou bem para caralho um novato e ficou à altura do Bruce agora, quanto ser o substituto ideal e cantar as músicas antigas ao vivo, isso são outros 500 e é claro que Bruce é insubstituível.

Abraços.

3 de abril de 2012

Meninada-Prodígio

Quem me conhece sabe que, na condição de alienígena sem visto de permanência, só assisto a telenovelas para melhor compreender a bagunça que impera no terceiro mundo (do sistema solar). Assim, assisti à primeira semana de Avenida Brasil, nova novela das oito/nove/dez.

E, sem dúvida, a atriz escoteira-mirim Mel Maia roubou a cena como estagiária de reciclagem. Após a morte do pai, Rita foi largada à própria sorte num lixão por obra e graça da dissimulada e fanfarrona vilã, a senhora sua madrasta Carminha.


Lá, Rita é ajudada pelo menino também catador Batata, que torna-se seu amigo e depois seu noivo (essas crianças de hoje são rápidas no gatilho – e olha que essa parte da trama se passa em 1999! Memórias das primeiras acusações da comunidade funkeira...). Imprescindível dizer que o maior encanto da garota é o fato de parecer uma menina normal, não uma criança superdotada ou brinquedo assassino, andróide ou algo do tipo. A personagem conversa com o olhar, revelando sua tristeza e sua compreensão limitada pela idade.

A televisão está repleta de crianças-prodígio. Não faz muito tempo que a dupla Yudi (o menino com mais de 18 aninhos) e a Priscila distribuía preisteixons no Bom dia e Cia, Sessão Desenho, Carrossel Animado ou sei lá o nome (sei apenas que eram os únicos programas do SBT que não mudavam de horário toda semana – passava sempre de manhã). Tenho a impressão de que eles já cresceram e passaram a apresentar o programa disfarçados de Patati e Patatá.


Celeiro de enfant terribles, muito antes do Gugu Liberato empregar como assistente de palco o Dani Boy, a emissora de Sílvio Santos contratou Maísa Silva (revelada no programa do Raul Gil, na Record) para apresentar o Sábado Animado, que chegou a derrotar o Tv Xuxa no Ibope – com direito a todo tipo de trollagem com qualquer criança que ligasse para a emissora.


A irrequieta e sagaz menina-monstro explodiu no SBT e, ainda em 2008, tomou de assalto o Programa Silvio Santos, ganhando um quadro próprio. A Shirley Temple brasileira deverá estrear em novelas em maio, no remake de Carrossel (sucesso mexicano que nos apresentou Cirilo, hoje estourado no vídeo viral “Para nossa alegria”).



O cinema também é pródigo no aproveitamento de infantes como os hoje ex-pequeninos e ex-astros Haley Joel Osment e Macaulay Culkin. Só não podemos admitir nesta lista Benjamim Button, o personagem nascido no conto de F. Scott Fitzgerald, adaptado para os quadrinhos e representado no cinema pelo Brad Pitt. Afinal de contas, o cara trapaceou, tornando-se uma criança prodígio apenas após uma vida inteira como velho, adulto jovem e adolescente.


Por outro lado, gigante em talento e com o punch necessário para ser a bisneta de Marlon Brando, a atriz Chloë Moretz surgiu como uma promessa em Hollywood, e esculachou vagabundo como a Hit-Girl, a vigilante mais nova e competente de Kick-Ass, filme sobre malucos pessoas comuns uniformizadas tentando aparecer combater o crime, baseado na HQ de Mark Millar e John Romita Jr.


Nos quadrinhos, temos uma constelação de estrelas mirins trajando vermelho, como a baixinha e dentuça Mônica e a feminista e inocente Luluzinha (que existem em diversas épocas simultaneamente, como o Dr. Manhattan, vide as versões aborrescentes das duas).


No universo DC, Batman já é papai, e seu filhote é o atual Robin. Damien é um pônei maldito assassino, mas é claro que Bruce Wayne aliviou a do filho ao invés de mandá-lo para a Funabem. Nota mental: Substituir essa citação. Denuncia minha idade.


A verdade é que uma criança assassina já não choca tanto quanto antes. Na internet, convivemos com o já “clássico” vídeo de um menino em tenra infância assassinando a indefesa formiguinha do próprio irmão.

Infelizmente, nesse mundo, todos querem fama a qualquer preço, e cada vez mais cedo. Em breve, saberemos que o Show de Truman foi planejado pelo próprio Jim Carrey, dentro da barriga de sua mãe.


Então, até...

2 de abril de 2012

Curso no Rio de Janeiro sobre Batman: O Cavaleiro das Trevas

O Grupo Espaço Tempo, localizado no Leblon, abre as inscrições para cursos livres durante o primeiro semestre de 2012. Qual não foi meu espanto, ao receber o panfleto do grupo, ver uma imagem muito conhecida de nós – leitores de quadrinhos:


Sim, nerds malditos, teremos no Rio de Janeiro um curso aos sábados sobre Batman: O Cavaleiro das Trevas. O curso será ministrado pelo Prof. Dr. Thomaz Amorim, que, em 2007, defendeu uma tese na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (em Letras), sobre a relação entre histórias em quadrinhos e mitologia.

Agora, nerdaiada, ninguém tem do que reclamar – curso no sábado, de tarde, com possibilidade de se conhecer mais sobre os estudos que estão rolando na Universidade (local que trata quadrinhos como uma arte narrativa autônoma, ao contrário do que uns e outros adoram proclamar em seus blogs, hehehehehehe).

Inté.

21 de março de 2012

Baldur’s Gate está de volta!!!

Olá, Nerds e Nerdas, tudo bom? Estava eu navegando pela internet quando me deparei com uma excelente notícia: o clássico jogo, Baldur's Gate (lançado originalmente em 1998 pela BioWare) será relançado no verão (americano), este ano.

Baldur’s Gate, para quem não conhece, é um jogo foda de RPG que utiliza o sistema AD&D e chegou a ter uma continuação, podemos, também, dizer que ele é o “pai” de Neverwinter Nights.

Vou resumir sua história com base no que encontrei na Wikipedia:

“Baldur's Gate é um jogo que se passa em Forgotten Realms, e tem como peça central os filhos de Bhaal, o Deus do assassinato, e a trama refere-se ao desenrolar da vida de um desses filhos de Bhaal após a sua saída de Candlekeep, onde ele fora criado por seu pai adotivo, Gorion. 

No primeiro capítulo da série, você está encarregado de descobrir mais sobre você mesmo resolvendo um mistério que cerca a distribuição de ferro na Sword Coast. Assim que o seu pai adotivo resolve fugir de Candlekeep com você, ele é morto por uma pessoa utilizando uma armadura sinistra, que demandava que o velho Gorion abandonasse seu filho adotivo. Gorion se sacrifica, e então inicia-se a jornada.

Em Baldur's Gate 2, Shadows of Amn você continua a saga dos filhos de Bhaal após ser preso por um mago muito poderoso e ainda desconhecido, que num conflito acaba permitindo que você fuja, mas leva consigo Imoen, companheira (segundo a linha de história adotada pelo jogo) sua desde Candlekeep. A partir daí começa uma história de intriga, romance e combates até que você encontre sua irmã, e destrua o mago Irenicus, após ele roubar sua alma para seus propósitos de vingança.”

Lembro de quando comprei esse jogo – eu demorei quase 1 ano para fazer todas as quests, ele tem muito conteúdo, muitas opções. Esse sim é um verdadeiro jogo de RPG, envolvente e rico em história.

Acredito que este relançamento seja uma ótima oportunidade para os jovens (essa geração de merda) saberem que nem de World of Warcraft viveu o mundo dos RPGs.

E o melhor de tudo – os dois jogos serão (re)lançados apenas com gráficos melhorados. Para saber mais, entrem no site oficial AQUI.

Abraços.

20 de março de 2012

SWTOR – PORRADA e Sabre de Luz!

Sim, Padawan!

Toda vez que comento sobre Star Wars - The old Republic para meus amigos, muitas pessoas me perguntam: "como são as lutas?"

Bem, neste vídeo, eu mostro uma prévia. Lembre-se de que ele foi gravado no level 7 a 9, portanto é só uma idéia.

E, no final do filme, vejam a construção do meu primeiro sabre de luz !

SWTOR – Lutas e lightsabet

E que a Força esteja com vocês, que é forte.

19 de março de 2012

Os Prólogos - Alguns ruins, alguns brilhantes...

Shakespeare sentenciou, em uma de suas últimas peças, que o passado é prólogo e o futuro só depende de nós (ou seja, não foi o Criança Esperança que primeiro promoveu essa frase - "Depende de nóóóóóóóóóóós).

Nos quadrinhos produzidos por grandes editoras, o futuro depende cada vez mais de prólogos.

Há poucos anos, a Marvel Comics arregimentou algumas de suas revistas para lançar as sementes do que seria a saga predileta dos fãs, Guerra Civil – divisora de águas no razoavelmente conhecido universo Marvel 616.


Uma desastrosa intervenção dos Novos Guerreiros (é aquela molecada que resolveu fazer um reality show com a apresentação de Pedro Bial GNN), que terminou na explosão de um colégio, serviu como prólogo para uma trama de grandes proporções. Suas consequências reverberaram, num rastro de destruição em nada destoando de um artefato explosivo. Heróis tomaram posições. Parte defendeu o registro obrigatório dos possuidores de habilidades especiais e a outra metade, sem apoio do Estado, passou à clandestinidade.


A Marvel, posteriormente, preparou o terreno para outra saga – Invasão Secreta, com o arco "Infiltração". O que nos leva a crer no poder, ao menos mercadológico, do prólogo, pois, da mesma forma que a história com os Novos Guerreiros, "Infiltração" somente apresenta o evento impactante que culmina na grande saga. Trata-se de uma relação de casualidade que pouco vemos no assim chamado "mundo real".


A mania de antecipar um pouquinho tais eventos se confirma em considerável parte dos casos para além da propalada e reprovável estratégia da Marvel. Dessa forma, o jovem que acompanha HQ's de super-heróis tem de comprar um número indecente de sagas que se espalham por todas as revistas como puro marketing, anunciando histórias que serão publicadas meses depois, "informando" e, desde já, estimulando o leitor a acompanhá-las, quase como aquele traficante que é preso pelas teias de nosso amigo Ebony Spiderman.


Contagem Regressiva, na Distinta Concorrência, reuniu tramas que precederam a terceira e aparentemente última grande ‘crise’ deflagrada no universo DC, a Crise Final. O maior absurdo em termos de periodicidade para uma nação que sofria com o desgaste econômico, mas lindo para um esquema de tráfico. Em cada semana, víamos as desventuras de um descaracterizado Monarca, unido (meio desunido) a um Superboy com sério problemas de sexualidade (afinal de contas, ele desejava ele mesmo em um corpo mais velho) e o mais insípido trio de quatro na busca por Ray Palmer.


A também semanal e mais bem-sucedida série de revistas 52 revelou aos leitores o que ocorreu naquele universo 1 ano depois da anterior ‘Crise Infinita’. Todas as revistas regulares (Superman, Batman, etc) saltaram 1 ano na cronologia após a megassaga, o que torna a referida 52, por si só, um prólogo do que estava acontecendo mês a mês na revista preferida do gordo empaturrado de cheetos nerd de quadrinhos.


Lembraremos, se forçarmos um pouco a memória, ou consultarmos Tempus, que, em algum momento dos anos 1980, quando não havia internet ou novidades vindas do exterior, as revistas de super-heróis da DC na editora Abril vinham com chamadas enigmáticas. Elas anunciavam ao leitor que uma crise estava chegando. Não fazíamos ideia de que aquilo era um teaser, o prólogo do maior crossover de todos os tempos – Crise nas Infinitas Terras, que resetou o multiverso DC (e não, analfabeto! não estou me referindo ao blog sobre notícias da DC Comics... não leu que era nos anos 1980?!)  muito antes do recente reboot/relaunch.


E, por falar na ousada aposta da DC, não podemos esquecer que a reiniciada Action Comics nada mais é que o prelúdio das demais revistas recém-lançadas e relançadas dentro do evento The New 52, ao recontar a história do (novamente) primeiro supercara de todos os tempos, e o surgimento de todos os outros. Se bem que... parece que o primeiro não é ele, mas problemas de matemática são com o Sr. Delarue – vocês entenderam o ponto...

O que seriam os retcons nos comics, senão prólogos específicos de consumo e conveniência dos roteiristas? Mas isso já é outra discussão...

Não é surpreendente que exista o mesmo (se é que podemos chamar assim) fenômeno nos quadrinhos europeus. A série Incal, de Jodorowsky e Moebius teve, posteriormente, um prólogo, lançado como Antes do Incal (sem o Moebius).


E, se essas linhas começaram com Shakespeare, terminarão com algo que bebeu de sua fonte: Sandman, o quadrinho escrito por Neil Gaiman. A obra a todo momento lida, relida e relançada – como faz a Panini atualmente – publicando edições definitivas inspiradas nas americanas The Absolute Sandman. Essas edições, de tempos em tempos, apresentam prólogos comemorativos que nada acrescentam ao leitor, mas que o fã de quadrinhos compra porque não tolera seu dinheiro...


Gaiman entrelaçou inúmeras tramas, inspiradas por um sem-número de mitos, religiões e canções universais, tendo em comum a disfuncional e pretensa família dos Perpétuos, e a trajetória de Morfeu, o Príncipe das Histórias. Da mesma forma como sustentou o dramaturgo inglês, somos feitos da mesma substância que os sonhos, e, ao longo de 75 edições mensais, mais especiais – divididas em várias sagas – fomos as saborosas vítimas do nascimento de Daniel.


Ops, errei, lá vamos nós de novo...


O título da primeira saga da revista – "Prelúdios e Noturnos" – mostra a preocupação com a estruturação das histórias, tudo se iniciando com a libertação do Mestre dos Sonhos e sua decisão de  retomar seus artefatos de poder, então perdidos. É supercalifragilisticexpialidosa a introdução de Estação das Brumas, quando os Perpétuos, convocados por Destino, iniciam uma espécie de reunião de família. Nesta, Desejo provoca Sonho, que  toma uma decisão que lhe traria inesperadas conseqüências. Algo como ‘grandes poderes trazendo grandes responsabilidades’. 

Mas isso é apenas o prólogo de uma outra história...

16 de março de 2012

Entrevista com o Sr.Delarue – Parte 4

Olá, Nerds e Nerdas, tudo bom? Dando continuidade a entrevista que o meu grande amigo Hercules fez comigo, chegamos à quarta parte.

Aqui, eu falo um pouco sobre o fim do mundo, religião e de advogados.

Assista, também, as outras partes:

1ª Parte – AQUI

2ª Parte – AQUI

3ª Parte – AQUI

Quarta parte da entrevista

Abraços.

15 de março de 2012

SWTOR – Quests, essa sim da vontade de fazer !

Sim, cabeçudos!

Agora, quero me aprofundar na cereja do bolo, as quests!

Tive a nítida impressão de que jogava KotOR, o RPG hardcore da Bioware! Só que em MMORPG!
Nunca tive vontade de fazer quests... aliás, eu odeio, mas em Star Wars é muito bom!!

Entenda o porquê neste vídeo que fiz com muito carinho pra vcs!!!

SWTOR – Quests

E que a Força esteja com vocês, que é forte.

14 de março de 2012

Sr. Delarue recomenda - Remind

Olá, Nerds e Nerdas, tudo bom? Durante umas duas semanas mais ou menos eu resolvi mudar um pouco o meu foco, com relação a jogos, e comecei a experimentar outros tipos de plataformas.

Recentemente, tenho jogado alguns jogos voltados para iPhone e Facebook e um que me chamou muito atenção foi o Remind, criado pela empresa Aiyra.

Pesquisando um pouco mais, descobri que o Remind foi o jogo oficial do Brasil Game Show do ano passado.

O Remind lembra muito Tetris, ou seja, é um jogo de encaixe, mas o legal é que ele se baseia na história do vídeo-game, logo as peças têm que ser encaixadas de acordo com a sua geração. Assim sendo, são apresentadas ao jogador pequenos blocos com imagens que sugerem uma geração de consoles (época pré-consoles, Atari, 8 bits, 16 bits, 32/64 bits, 128 bits e atual). As imagens são apenas ícones e cabe ao jogador interpretar em quais gerações a sequência se encaixa melhor.

Confesso que adorei o jogo e recomendo. O sistema de dificuldade é bem elaborado e o melhor de tudo é que não é um jogo enjoativo, tanto que pratico praticamente todo fim de semana ou em horas vagas. (P.S. do House: o jogo deve ser extremamente difícil para os brasileiros, isso porque "remind", significa "lembrar", um fenômeno praticamente inexistente neste país...).

Para ter o aplicativo no seu Facebook clique AQUI ou procure por Remind na barra de pesquisa do próprio Facebook.

Abraços.

13 de março de 2012

Análise: Dragon Ball Z – Ultimate Tenkaichi (PS3)

Senhoras e senhores, depois de uma longa ausência (não, não fui fazer tratamento contra lupus), Titio House de volta para mostrar as maravilhas (?) de um PS3. Como comentado anteriormente, a Sra. House, para se ver livre de minhas constantes baboseiras que possuem o único fim de gerar polêmicas, deu-me de Natal um poderoso console com o qual posso passar semanas jogando. Digo semanas, pois, como os jogos são caros, só compro um de cada vez e vou jogando até atingir o máximo de troféus que minha paciência aguenta.

A bola da vez do mês de fevereiro foi Dragon Ball Z – Ultimate Tenkaichi. Vou explicar para o leitor com mais enfado porque um mais um jogo da série DBZ. Para mim, o motivo é esclarecedor – DBZ é uma visão oriental sobre os super-heróis ocidentais. Lembre-se, ignóbil, que essa é a declaração do próprio autor da série de mangás Akyra Toryama. O segundo motivo é mais estranho, sempre gostei de ver os especiais nos jogos sobre DBZ, o simples fato de eles explodirem parte do planeta me emociona. Imagine você: eu sentado, um copo de uísque ao lado e gritando: “Agora, miserável, um Big Bang Attack para detonar com Brasília, hahahahahahahaha!!!!”

Vamos falar do jogo em si. Particularmente, jogo Dragon Ball desde os primeiros jogos no SNES.

DBZ RPG–Jogo alá Avengers Alliance, mas sem os gráficos…

Super Butouden 2–Um DBZ galante

E ficava muito empolgado com os jogos do PSone:

DBZ Legends – Um dos melhores

DBZ Ultimate Battle 22 – Uma das mais tristes versões

Final Bout – Um DBZ que mostra a esperança da próxima geração
É claro que um dos objetivos desse post é bater o recorde de vídeos publicados numa única postagem do Notas Nerds, mas acima de tudo, poupar-me de explicar a longa trajetória de jogos e as evoluções. Assim, o leitor mais preguiçoso ou o Ebony Spiderman pode acompanhar as imagens e tirar suas conclusões.

Depois de me esbaldar com as aventuras do Goku, chegou para PS-2 a versão quase insuperável…

DBZ Budokai – O início de um novo gameplay…

Budokai 2 – Melhorias gráficas, mas mais do mesmo…

Budokai 3 – Oh, my fucking God, London!!!!

Mesmo com o Budokai, Bandai decidiu que queria lucrar mais e, para meu espanto desenvolveu a série Budokai Tenkaichi:

Budokai Tenkaichi 1 – Evolução gráfica e melhoria na resposta dos comandos

Budokai Tenkaichi 2 – Um bilhão de personagens

OMFG!!!! – Budokai Tenkaichi 3

E depois, a decadência…

DBZ Sagas – Que vergonha, Bandai…

DBZ Infinite World – Pra que isso?!

Havia, porém, uma esperança – com a chegada de um novo console, a Bandai poderia reinventar-se e produzir novos jogos da série, mas o que aconteceu foi a sequência Raging Blast:

DBZ - Raging Blast, melhoria gráfica e só…

DBZ Raging Blast 2 – Um quilhão de personagens, mas nada demais…

E, finalmente, DBZ Ultimate Tenkaichi. O jogo para PS3 consegue ter tudo de bom da série e tudo de ruim ao mesmo tempo. A mecânica de jogo mudou sensivelmente se comparada à série Budokai até Raging Blast, tudo agora se limita a jogar o adversário para todos os lados e abusar do movimento rápido de sumir. Ou seja, o que interessa nesse novo jogo são combos, todos belos e com diferenciações, mas extremamente fáceis de serem realizados.

Frieza, o vilão de batom roxo versus Goku, uma bela demonstração do jogo.

O modo History limita-se a apresentar as principais batalhas da série Dragon Ball Z (não há GT nesse jogo, apenas os dragões aparecem como extras e sem história), mas no meio das batalhas há as longas e intermináveis conversas que marcam o desenho animado. Dessa forma, quando você está quase se empolgando, a luta para e todos começam a dialogar em tom ameaçador…Além disso, temos, como tivemos em Raging Blast 2, cenas da animação inseridas no meio do modo History. Entendam: não é uma introdução ao episódio em que Goku e seus amigos estão no momento, mas uma interrupção na luta para que entre as cenas. Não empolgam, pois um fã de Dragon Ball Z conhece-as de cor e salteado (ainda mais que toda a série Z está passando de novo nos canais de TV por assinatura).

No modo Tournament, esperava-se (como todo Tenkaichi) que ele possibilitasse a compra de novos golpes e poderes via Zeni (o real de Dragon Ball), mas isso desapareceu. Esse modo, então, tornou-se apenas uma diversão para lutas com amigos em casa. Digo o mesmo para o modo Online, que só é divertido quando você perde ou ganha de alguém da Rússia ou do Japão…

A novidade está no Hero Mode. Esse é uma modalidade de jogo divertida. Você cria um jogador e vai abrindo golpes, mestres (heróis e vilões da série), especiais, cabelos, roupas, enfim, toda a traquitana de DBZ, mas o mais legal é a profunda falta de respeito com relação à série GT. O vilão é Shenglong do espaço que pegou as Bolas do Dragão (com trocadilhos) e pediu para Omega Shenglong para transformar essa Terra num caos. Sua missão é tentar desfazer a bagaça.

Hero Mode – De longe, o mais interessante no jogo…

[Alerta de Spoiller – se leu, se danou]

O que acontece, de fato, é que vc não consegue realizar a missão, mas mata o Shenglong do mal como Super Sayajin nível 01. Bem, Goku teve de chegar ao nível SSJ 4 e você, evoluindo durante o jogo só se transforma na porcaria do SSJ 1, mas consegue misturar todo o tipo de técnicas. O que é muito bacana.

[Final do alerta de spoiller]

O interesante em Dragon Ball Z: Ultimate Tenkaichi é que se trata de uma volta às origens. Todos os personagens lembram muito o design utilizado em DBZ Budokai Tenkaichi 3, mas melhorados. Os movimentos são fluidos e fáceis e a utilização do ki como mecanismo de defesa chama muito a atenção do jogador mais estratégico. Fora isso, é só mais um jogo de DBZ que serve para descarregar a tensão nas horas vagas.

Inté.

8 de março de 2012

SWTOR video 2 (Oláááááááááá, mundão)

Olá, caros coleguinhas! É... pelo visto, só o Delarue posta e é o único que não tem mais o que fazer…

Aqui está o segundo vídeo da série de 4 (olha a mente suja, seu maluco) que farei sobre esse jogo.

Isso mesmo, farei 4 vídeos de introdução a este universo muito legal feito pela Bioware e apadrinhado pela porra da EAGAMES que está fodendo com mudando o jogo em alguns aspectos, os quais não vou citar aqui.

Espero que gostem, fiz até vinhetinha de abertura !!

SWTOR – Primeiras olhadelas…

Já viram? Se gostaram, façam o favor de assinar o canal para receber todos os vídeos em primeira mão.

Brigadaço!!!!

E que a Força esteja com você, que é forte.

7 de março de 2012

Blogs X ECAD

Olá, Nerds de todos os tipos de sexo! Pelo visto, somente eu posto nesse blog, mas parece que eu não sou o único que está trabalhando, o ECAD está a todo o vapor.

Na segunda, um amigo me mandou um lik pelo Facebook sobre o blog de design, Caligraffiti e qual foi o tema da conversa? O site recebeu um e-mail do ECAD dizendo que eles tinham que pagar R$ 352,59 por usarem vídeos do Youtube. O blog chegou a postar sobre o ocorrido AQUI.

Hoje, saiu uma reportagem no O Globo (AQUI), falando sobre esse caso e Uno de Oliveira, um dos responsáveis pelo blog, ligou para o escritório do ECAD para obter mais informações e a resposta foi a seguinte: “o YouTube paga, pois é um transmissor, mas os blogs são retransmissores e também têm de pagar.”, segundo Uno.

Ainda de acordo com a reportagem:
O Caligraffiti é um blog sobre design, arte, tecnologia e cultura. Tem boa visibilidade num nicho específico, com mil a 1.500 acessos por dia, mas não rende lucro para nenhum de seus sete colaboradores. A chamada para anúncios no lado direito do blog é voltada apenas para troca de apoios, prática comum na blogosfera. Cada um dos blogueiros tem seu próprio emprego.
Para um blog sem fins lucrativos, o valor cobrado pelo Ecad não é nada leve: R$ 352,59 mensais. O Caligraffiti foi classificado na categoria de webcasting, ou transmissão de programas originários da própria internet. Existem também as de podcasting (trechos de programas publicados na internet que podem ser baixados em mp3), simulcasting (transmissão simultânea inalterada) e ambientação de sites (uso de fundo musical no site).”
O ECAD se defende dizendo:
Todo usuário que executa música publicamente em site/blog ao ser captado, pode receber um contato. O foco é a conscientização e o esclarecimento quanto à necessidade do pagamento da retribuição autoral, não somente por conta da exigência legal, mas pelo respeito aos autores e suas obras, não sendo blogs e sites nas características sugeridas nesta pergunta alvo de ação judicial.

Bom, o que eu acho é que isso é uma “puta falta de sacanagem”, a maioria dos blogueiros não possuem um Jovem Nerd da vida. Nós do Notas Nerds, assim como o pessoal do Baile dos Enxutos, MDM e outros apenas nos divertimos e não ganhamos um tostão.

Concordo com Uno quando ele diz: “Essa cobrança vai contra um princípio básico da internet, que é compartilhar e divulgar as coisas.

E ainda tem mais, Ronaldo Lemos, um dos maiores advogados de direito autoral do Brasil falando sobre essa palhaçada do ECAD: 

A cobrança feita pelo ECAD dos blogs que incorporam vídeos do Youtube é ILEGAL. Quem faz o streaming é o Youtube e não o blog que incorporou o vídeo. Isso não bastasse, a lei brasileira NÃO autoriza o ECAD a fazer cobrança por webcasting. A questão está no judiciário há anos e o ECAD sabe disso. Haja má-fé."

Depois do que foi dito por Ronaldo, eu só tenho uma pensamento sobre o esse assunto e gostaria de compartilhá-lo com vocês.

Sem mais …

Abraços.

2 de março de 2012

Análise - Metallica: Death Magnetic

Olá, Nerds e Nerdas, tudo bom? Como estão os planejamentos para o fim de semana? Você deveria tomar coragem e ligar para aquela garota que você está de olho desde o tempo do jardim de infância. O máximo que pode acontecer é você receber um não.

Mas quem eu quero enganar? É claro que você vai se dedicar ao PS3. Até porque PS3 é muito melhor que uma namorada e por um único motivo: Botão Desligar.

Bom, todos sabem que eu sempre critiquei o Metallica, alegando que eles pararam no tempo e não fizeram mais nada depois do Black Album e sempre disse minha preferência pelo Megadeth porque eles continuaram seguindo o seu estilo.

Antes que venham com rixas de quem é o melhor entre Metallica e Megadeth, aviso que fico com os dois, mas não nego que os últimos trabalhos de Dave Mustaine são infinitamente superiores aos de James Hetfield.

Bom, com base nos seus antecessores, fui ouvir Death Magnetic com os dois pés atrás e confesso que nunca dei tanta importância, mas, durante o carnaval, me dediquei ao álbum e realmente posso dizer que o Metallica lançou um excelente álbum depois de 1990.

Death Magnetic soa como Metallica e me refiro aquele Metallica de Master Of Puppet (calma, o álbum não é tudo isso também) e do And Justice For All com um pouco do Black Album. Vale destacar as músicas That Was Just Your Life, The End of the Line, Broken, Beat & Scarred, The Day That Never Comes e All Nightmare Long.

Broken, Beat & Scarred tem uma letra e um ritmo muito pesado, algo que o Metallica não fazia a muito tempo e, de cara, foi a primeira música que mais me chamou atenção, principalmente com o seu refrão: Show your scars.

O grande destaque do álbum fica por conta de The Day That Never Comes que também possui uma bela letra, mas confesso que ela lembra muito One, ou seja, começa lenta, tem sua progressão pra terminar cheia de raiva em riffs matadores e solos fodas.

Em resumo, não escutava algo descente do Metallica desde 1990 e, enfim, eles fizeram algo descente, não somente para eles, mas principalmente para os fãs.

Fiquem com o clip de The Day That Never Comes:


Metallica - The Day That Never Comes

Abraços.

1 de março de 2012

Sobre Heróis (parte 1)

Fala aê!!!!

Para vocês que acreditavam que o amigão da comunidade tinha ido para o “País dos pés juntos”, só porque era o negro da história, digo só uma coisa:  "Ah, se ferrou!"

Nesse retorno, irei tratar aqui de um tema mais prático, vamos pensar um pouco sobre os super-heróis. O que são? De onde vêm? Para onde vão? Qual a graça deles? Por que alguns bobões se fantasiam? (essa pergunta é difícil), e etc... (parece anúncio de podcast né?). Simbora então...

Em primeiro lugar, vamos traçar só uma pequena diferença antes d'eu embaralhar toda a sua cabeça com  classificações que farei ao longo dos textos. Existe uma pequena diferença entre heróis e super-heróis (lógico que eu sei que você sabe qual é, só estou repetindo por desencargo de consciência) – super-herói tem superpoderes, enquanto os heróis não têm a princípio.

Já posso até ver aquele leitor chato e desatento com as bochechas cheias de ar como as do Kiko dizendo “Mas o Batman não tem poderes e ele é o maior de TODOS, TODOS, TODOS!!!!”. O problema, meu afoito leitor, é que o Batman é um personagem que vive em meio a um universo de superpoderes e isso faz do Batman um super-herói. No entanto, ser herói ou super-herói enquanto estivermos falando de símbolos, não fará a menor diferença, mas, como esse texto é mais introdutório, vamos delimitar bem o nosso espaço.
Se não me engano (e se meu Déficit de atenção permite), em algum outro post, falei sobre a importância do herói e pus como evidencia o personagem Batman. É mais ou menos isso que farei, só que trarei mais a questão psicológica (é verdade, mais um chato falando de arquétipos, mas dessa vez farei algo mais apropriado para que o Sr. Delarue possa ler e entender).


Uma coisa é certa: heróis existem desde sempre, desde a época pré-histórica (mesmo que não existam provas para isso). Nós aqui temos a ideia de que as histórias mitológicas gregas foram esse momento original das histórias aventurescas, fato (talvez) é que eles já existiam bem antes. Isto fica claro naqueles desenhos em que havia descrição de rituais (pinturas rupestres. Não ajudou em nada? Como diria o Dr. House: "vá estudar"). Esses rituais eram representações que ensinavam a todo grupo daquele lugar como proceder e interagir com o ambiente.

O herói serve como um representante de um determinado grupo em uma determinada época. Lembra quando o Superman no filme de 1978 (lógico que não) vira para a Lois Lane e diz uma das frases que, em minha opinião, marcou toda a discussão a respeito desse personagem em toda a sua história independente da mídia: “I'm here to fight for truth, and justice, and the American way.” (Estou aqui para lutar pela verdade, justiça e pelo modo de vida americano). Esta frase conseguiu mostrar o nosso amigo Super como um representante do povo e do ideal americano, além, é claro, de se vestir com as cores dos EUA (é sim, Dr. House – EUA. P.S. do House: Como é de conhecimento comum, a bandeira dos EUA têm realmente a cor amarela, a questão é muito mais complexa que isso, mas o post é seu, prossiga). O Capitão América, na Segunda Guerra Mundial, representou os jovens que foram recrutados como soldados, ele era a inspiração naquele momento.


Esses ícones, como disse anteriormente, estão presentes desde os tempos das cavernas, mas também estão nos mitos Gregos como, por exemplo, Héracles (Hércules, pombas! PS do House: Há diferenças entre os dois que são imensamente significativas, mas como é um post de elocubrações psicológicas não importa muito a leitura...); Zeus e etc. Também se aplicam ao mundo real, por exemplo: Adolf Hitler representou os Alemães, se tornando um herói para eles na SGM; Nelson Mandella (lógico que eu iria por um ícone negro nesta bodega), conhecido por sua luta contra o sistema de segregação do Apartheid; e vários outros ícones.


Para terminar, deixo vocês com uma citação da professora Isabela Leite que define muito bem essa mística entre herói enquanto ser fantástico e que também pode ser real.

“O herói é um ser humano e não um deus. Trata-se de um personagem humano que, por um motivo, possui certos poderes ou dons divinos, mas não é imortal. (...) O herói é um homem que de algum modo, se aproximou do divino.”

Nos próximos capítulos, vamos esquadrinhar ainda mais este tema, até não querer mais porque assim como a Marvel que faz saga te prepara para outra saga, esses testículos servirão como preparação para outro grupo de pensamentos.

Abraços.